05 maio 2008

Como recuperar Dados do HD defeituoso

Para muitos, o pior pesadelo seria se o HD do micro de trabalho, imagecom todos os arquivos importantes simplesmente parasse de funcionar, ou então que os dados fossem apagados por um vírus ou semelhante.
A melhor prevenção contra este tipo de acidente ainda é o bom e velho backup, mas, caso o estrago já tenha sido feito, ou melhor, os dados já tenham sido perdidos, e não exista nem sombra de um backup atualizado, confira neste tutorial algumas dicas para recuperar dados de arquivos deletados ou HDs formatados, bem como HDs que simplesmente pararam de funcionar.
1 - Como um HD funciona
Antes de mais nada, aqui está um pouco de teoria de como funciona um HD atual, estes conhecimentos são importantes para as
dicas a seguir.
Dentro do disco rígido, os dados são gravados em discos magnéticos, chamados em Inglês de platters. O nome “disco rígido” vem
justamente do fato dos discos internos serem lâminas metálicas extremamente rígidas. Os platters são compostos de duas
camadas.
A primeira é chamada de substrato, e nada mais é do que um disco metálico, geralmente feito de ligas de alumínio. Este disco é
polido em salas limpas, para que se torne perfeitamente plano. A fim de permitir o armazenamento de dados, este disco é
recoberto por uma segunda camada, agora de material magnético. A aplicação da camada magnética é feita dos dois lados do
disco.
Como a camada magnética tem apenas alguns mícrons de espessura, é recoberta por uma fina camada protetora, que oferece
alguma proteção contra pequenos impactos. Esta camada é importante, pois apesar dos discos serem encapsulados em salas
limpas, eles internamente contêm ar, com pressão semelhante à ambiente. Como veremos adiante, não seria possível um disco
rígido funcionar caso internamente houvesse apenas vácuo.
Os HDs são hermeticamente fechados, a fim de impedir qualquer contaminação proveniente do meio externo, porém, nunca é
possível manter um ambiente 100% livre de partículas de poeira. Um pequeno dano na camada protetora não interfere no
processo de leitura/gravação, que é feito de forma magnética.
Os discos são montados em um eixo também feito de alumínio, que deve ser sólido o suficiente para evitar qualquer vibração dos
discos, mesmo a altas rotações. Este é mais um componente que passa por um processo de polimento, já que os discos devem
ficar perfeitamente presos e alinhados.
Finamente, temos o motor de rotação, responsável por manter uma rotação constante. O motor é um dos maiores responsáveis
pela durabilidade do disco rígido, pois a maioria das falhas graves provêem justamente do motor.
Os HDs mais antigos utilizavam motores de 3.600 rotações por minuto, enquanto que atualmente, são utilizados motores de
5.600 ou 7.200 RPM, que podem chegar a mais de 10.000 RPM nos modelos mais caros. A velocidade de rotação é um dos
principais fatores que determinam a performance do seu PC.
Para ler e gravar dados no disco, usamos cabeças de leitura eletromagnéticas (heads em Inglês) que são presas a um braço
móvel (arm), o que permite seu acesso a todo o disco. O braço de leitura é uma peça triangular feita de alumínio ou ligas deste,
pois precisa ser ao mesmo tempo leve e resistente. Um dispositivo especial, chamado de atuador, ou “actuator” em Inglês,
coordena o movimento das cabeças de leitura.
Nos primeiros discos rígidos, eram usados antiquados motores de passo para movimentar os braços e cabeças de leitura. Porém,
além de muito lentos, eles eram muito susceptíveis a problemas de desalinhamento, além de não serem muito confiáveis. Os
discos contemporâneos (qualquer coisa acima de 40 MB) utilizam um mecanismo bem mais sofisticado para esta tarefa,
justamente o actuator, composto por um dispositivo que atua através de atração e repulsão eletromagnética. Basicamente temos
dois eletroímãs, um de cada lado do braço móvel. Alterando a intensidade da corrente elétrica e, consequentemente a potência de
cada imã, o braço e consequentemente as cabeças de leitura se movimentem. Apesar de parecer suspeito, esse sistema é muito
mais rápido, preciso e confiável que os motores de passo.
Outro dado interessante é a maneira como as cabeças de leitura lêem os dados, sem tocar na camada magnética. Se você tiver a
oportunidade de ver um disco rígido aberto, verá que, com os discos parados, as cabeças de leitura são pressionadas levemente
em direção ao disco, tocando-o com uma certa pressão. Porém, quando os discos giram à alta rotação, forma-se uma espécie de
colchão de ar (pois os discos são fechados hermeticamente, mas não à vácuo, temos ar dentro deles). Este colchão de ar repele a
cabeça de leitura, fazendo com que fique sempre a alguns mícrons de distância dos discos, é mais ou menos o mesmo princípio
utilizado nos aviões.
Veja que enquanto o HD está desligado, as cabeças de leitura ficam numa posição de descanso, longe dos discos magnéticos. Elas
só saem dessa posição quando os discos já estão girando à velocidade máxima. Para prevenir acidentes, as cabeças de leitura
voltam à posição de descanso sempre que não estão sendo lidos dados, apensar dos discos continuarem girando.
É justamente por isso que às vezes ao sofrer um pico de tensão, ou o micro ser desligado enquanto o HD é acessado (falta de
energia, por exemplo), surgem setores defeituosos. Ao ser cortada a energia, os discos param de girar e é desfeito o colchão de
ar, fazendo com que as cabeças de leitura possam vir a tocar os discos magnéticos.

Para diminuir a ocorrência deste tipo de acidente, nos HDs modernos é instalado um pequeno imã em um dos lados do actuator,
que se encarrega de atrair as cabeças de leitura à posição de descanso, toda vez que a eletricidade é cortada (tecnologia
chamada de auto-parking). A camada de proteção dos discos magnéticos, também oferece alguma proteção contra impactos, mas
mesmo assim, às vezes os danos ocorrem, resultando em um ou vários setores defeituosos, por isso, é sempre bom desligar o
micro apenas na tela “o seu computador já pode ser desligado com segurança” do Windows.
2 - A placa controladora
Todo o funcionamento do disco rígido, a movimentação da cabeça de leitura, a velocidade de rotação, a leitura e gravação dos
dados, o envio e recebimento de dados através da porta IDE, etc. é coordenado pela placa controladora. Nos HDs mais antigos, a
placa controladora era uma placa separada, conectada a um slot ISA e ligada ao HD por dois cabos de dados. Este arranjo era
muito ineficiente, pois a distância tornava a comunicação muito susceptível a interferências e corrupção de dados.
A partir do advento dos discos IDE, a placa controladora passou a fazer parte do próprio disco rígido. Nada mais lógico, pois a
placa controladora precisa ser construída de acordo com a arquitetura física do disco, e jamais funcionaria em outro modelo,
sendo assim, não existiria motivo para mantê-los separados. Além da praticidade, este arranjo permite uma comunicação de
dados muito mais eficiente, já que são usados cabos muitos mas curtos. É por isso que não dizemos “controladora IDE” e sim
“interface IDE”, pois ela funciona apenas como um meio de comunicação, já que a controladora faz parte do próprio disco rígido.
3 - Os defeitos mais comuns
Como você viu, os HDs atuais ainda baseiam-se em componentes mecânicos, que não são tão confiáveis quanto componentes
eletrônicos, um processador por exemplo.
Os problemas físicos mais comuns nos HDs são em primeiros lugar, os setores defeituosos, que surgem depois de piscadas na
energia elétrica, ou mesmo pelo envelhecimento da mídia. Os setores defeituosos não podem ser corrigidos, mas podem ser
marcados, para que o restante do HD possa continuar sendo usado.
Outro defeito comum, desta vez mais grave, é quando o motor de rotação do HD simplesmente para de funcionar, neste caso os
discos não giram, o HD não é mais reconhecido no Setup, simplesmente "morre".
Outra possibilidade são os erros de posicionamento nas cabeças de leitura. Isto acontece quando por qualquer motivo, a
controladora não consegue detectar a posição das cabeças de leitura sobre os discos magnéticos. Este defeito é comum em HDs
antigos, onde os sinais magnéticos que permitem a identificação já estão mais fracos. Neste defeito, o HD gira, mas você ouvirá
alguns clicks, e ele não será reconhecido no Setup.
Apesar de ser mais raro, a culpada também pode ser a placa controladora do HD. Neste caso a gama de problemas é grande.
Pode ser que o HD simplesmente "morra", que os discos girem, mas o HD não seja reconhecido no Setup, nem funcione de forma
alguma, etc. Pegue uma lupa e examine a placa lógica em busca de capacitores ou chips queimados, contatos rompidos, que
possam ser responsáveis pelos defeitos.
4 - O HD pifou, e agora?
Sem dúvida, esta não é uma experiência muito agradável não é mesmo? Existem companias especializadas em recuperação de
dados de HDs com defeito, algumas equipadas com salas limpas e outros tipos de equipamentos, o grande problema é o preço
deste tipo de trabalho, que facilmente pode ultrapassar os 2000 reais. Além disso, nunca existe garantia de que os dados
realmente serão recuperados. Se você prefere tentar você mesmo, a seguir vão algumas dicas úteis:
5 - Os dados foram apagados mas o HD funciona
O modo através do qual os dados são gravados no disco rígido, permite que praticamente qualquer dado anteriormente apagado
possa ser recuperado. Na verdade, quando apagamos um arquivo, seja através do DOS ou do Windows Explorer, é apagada
apenas a referência a ele na FAT, a tabela gravada no início do disco rígido que armazena a localização de cada arquivo no disco.
Com o endereço anteriormente ocupado pelo arquivo marcado como vago na FAT, o sistema operacional considera vaga a parcela
do disco ocupada por ele. Porém, nada é realmente apagado até que um novo dado seja gravado subscrevendo o anterior. É como
regravar uma fita K-7: a música antiga continua lá até que outra seja gravada por cima.
O Norton Utilities possui um utilitário, chamado “Rescue Disk”, que permite armazenar uma cópia da FAT em disquetes. Caso seu
HD seja acidentalmente formatado por um vírus, ou por qualquer outro motivo, você poderá restaurar a FAT com a ajuda destes
discos, voltando a ter acesso a todos os dados como se nada tivesse acontecido.
Além do Norton, existem vários outros programas extremamente amigáveis especializados em recuperação de dados, mesmo
caso não exista backup algum da FAT. A Ontrack tem o seu Easy Recovery (chamado de Tiramissu, em versões anteriores) com
versões para Fat 16, Fat 32, NTFS, Novel Netware e discos Zip/Jaz. Estes programas são capazes de recuperar arquivos
apagados, ou mesmo um HD inteiro vítima da ação de vírus, mesmo que qualquer vestígio da FAT tenha sido apagado. Ele faz
isso baseando-se nas informações no final de cada cluster, e baseado em estatísticas. Realmente fazem um bom trabalho,
recuperando praticamente qualquer arquivo que ainda não tenha sido reescrito. Estes não são exatamente programas baratos. A
versão Personal, custa 179 dólares, enquanto a Professional, que oferece alguns recursos avançados, custa absurdos 489 dólares.
Existe uma demonstração gratuíta que apenas mostra os arquivos que podem ser recuperados (como são generosos não é
mesmo...). Esse programa podem ser comprado em: http://www.ontrack.com/
Na mesma categoria, temos também o Lost and Found da Power Quest. O modo de recuperação é bem parecido com o usado pelo
Easy Recovery, e a eficiência também é semelhante, sua vantagem é ser bem mais barato, e ter versão em Português. Existe
ainda um demo que pode ser baixado gratuitamente. Informações disponíveis em http://www.powerquest.com.br/
Usando qualquer um dos dois programas, a chance de recuperar dados que ainda não tenham sido reescritos é muito grande, isso
caso o HD não tenha nenhum defeito de hardware claro.
Mais uma dica é que alguns vírus podem bloquear o acesso ao HD, fazendo com que você não consiga acessa-lo nem mesmo
usando um disco de boot. Neste caso, dê boot via disquete e use o comando FDISK /MBR, isto zera o setor de boot do HD. Em
seguida, passe uma antivírus atualizado. Pode ser que você nem precise do programa de recuperação de dados.
6 - O HD não é sequer detectado pelo BIOS
Existe um truque que costuma dar certo, e vale à pena tentar primeiro pois não traz riscos. Coloque o HD dentro de um plástico
hermeticamente fechado e deixe no Freezer por 4 horas ou mais. Parece estranho, mas tem sua lógica, o frio altera a posição das

marcas magnéticas nos discos (contração do material) e alguns componentes do HD funcionam melhor a baixas temperaturas.
Reinstale rapidamente o HD, cruze os dedos. Existe uma possibilidade razoável dele voltar a funcionar durante alguns minutos,
tempo suficiente para fazer uma cópia dos dados mais importantes e aposenta-lo definitivamente. Por incrível que pareça, isso
também costuma funcionar com CDs riscados que não lêem mais.
Experimente também passar no site do fabricante e configurar o HD manualmente no Setup, dando o número de trilhas, setores e
cilindros, como nos micros antigos, resolve em alguns casos raros. Experimente também dar boot usando um disquete com o boot
manager do fabricante, muitas vezes ele é capaz de acessar o drive, mesmo sem ter sido reconhecido pelo BIOS.
Se você ouvir o ruído dos discos girando, seguido de "click", "click", "click", significa que a placa lógica está tentando posicionar as
cabeças de leitura, mas não está conseguindo. Este defeito é comum em HD antigos. Experimente apoiar o HD sobre uma mesa,
na vertical e dar um tapinha sobre o lado superior. Um tapinha leve, pois como os HDs estão girando, um tranco mais forte pode
danificar os discos magnéticos e aí que os dados não vão mais ser recuperados mesmo.
Lembre-se que sempre, seja usando um programa de recuperação, seja usando algumas das outras dicas, você precisará manter
um segundo HD instalado para onde possa copiar os dados.
7 - O HD "morreu", nem ouço o ruído dos discos girando
Neste caso, existem duas hipóteses: o motor de rotação não está girando ou existe algum defeito grave na placa lógica. Comece
testando as voltagens do plugue alimentação, só para eliminar a possibilidade de defeitos na fonte. Também experimente instalalo
na segunda controladora IDE ou em outro micro, verificar o jumpeamento, o cabo IDE, etc. Apenas para eliminar estas
possibilidades mais banais.
Em seguida, examine a placa lógica do HD em busca de algum dano visível. Tente descobrir também as circunstâncias em que o
HD parou de funcionar.
O motor de rotação do HD não para de uma vez, é como um cooler, que vai perdendo potência gradualmente. Se o problema for
mesmo no motor de rotação, experimente dar um tapinha no HD, cerca de 2 ou 3 segundos após ligar o micro. Na maioria dos
casos, o motor volta a girar com o "tranco". Como no caso anterior, recupere imediatamente os dados que
forem importantes, pois ele pode voltar a falhar.
Se o tapinha não funcionar, você pode tentar um tapa um pouco mais forte, ou mesmo usar algum objeto, o cabo de uma chave
de fenda por exemplo. Como os discos não estão girando, a possibilidade de "terminar de danificar o drive" são pequenas. Desde
que os impactos estejam dentro do razoável, é claro, não adianta bater com uma marreta, :-).
Outra coisa, que às vezes dá certo é segurar o HD e gira-lo rapidamente, no sentido anti-horário logo após ligar o micro. Este é o
sentido de rotação dos discos. Caso tenha sorte, a lei da inércia se encarregará de dar o "empurrãozinho" que o motor de rotação
precisa.
Se for encontrado algum defeito na placa lógica, trilhas quebradas, capacitores queimados, algum CI que explodiu, etc. etc. as
opções são tentar corrigir o defeito, caso seja simples, ou então tentar encontrar outro HD de mesma marca e modelo e pegar
"emprestada" a placa lógica. Recupere os dados, devolva a placa ao doador e aposente o HD defeituoso.
8 - Não tenho mais nada a perder, mais alguma sugestão?
As dicas a seguir devem ser usadas apenas após ter esgotado todas as anteriores, pois permitirão fazer o HD funcionar por mais
alguns minutos ou horas, tempo suficiente para fazer uma cópia dos dados importantes, mas, em troca, o HD será
definitivamente condenado. Depois deste último fôlego servirá no máximo para fazer um relógio de parede :-). Mas, se você acha
que não tem mais nada a perder, está ponto de arrancar os
cabelos e jogar o finado HD pela janela, vamos lá:
O último recurso para tentar recuperar os dados é abrir o HD. Tente fazer isso num ambiente com o ar mais limpo possível. De
qualquer forma, o HD estará condenado apartir do momento que abri-lo. A poeira que entrar começará lentamente destruir os
discos magnéticos. Mas, antes disso você terá tempo de recuperar os dados.
Depois de aberto, ligue o cabo de força e o cabo flat. Ligue o micro e veja qual é o comportamento do HD. Se ele não estiver
girando, use o dedo para dar um empurrãozinho, se o motor estiver desgastado, isto fará com que ele gire. Com isto bastará
reconhece-lo no Setup e recuperar os dados. Toque o dedo no eixo de rotação, e não nos discos magnéticos.
Se os discos estiverem girando, mas as cabeças de leitura estiverem fazendo o click, click, click, como no exemplo anterior, peque
uma caneta, ligue o micro e empurre o braço de leitura cerca de 2 segundos após ligar o micro. Na maioria dos casos, isto fará a
placa lógica se "achar" e prosseguir com o boot. Novamente, faça backup o mais rápido possível.
Lembre-se que os dados ficam armazenados nos discos magnéticos do HD, o resto do mecanismo tem a função de dar acesso aos
dados gravados. Uma possibilidade é sempre encontrar um outro drive do mesmo modelo, abrir ambos e trocar os discos
magnéticos. Com isto o HD "bom" será aproveitado para ler os dados armazenados nos discos do HD ruim. Claro que isto deve,
ou deveria ser feito dentro de uma sala limpa, sem o velho problema da poeira. Mas, se não for possível enviar o HD para
nenhuma compania especializada, e não houver possibilidade de encontrar uma sala limpa, você pode, em último caso tentar
fazer isto sem o uso da sala, claro, que como no caso anterior, será só o tempo de fazer backup dos dados.

Considerações Finais:

ATENÇÃO: Os procedimentos a acima, requerem conhecimento moderado em informática e hardware. Não nos responsabilizamos, de forma alguma, por quaisquer danos causados em seu micro, em seus dados, no hardware ou qualquer outro que venha ser verificado. Antes de qualquer passo, imprima e leia atentamente esse texto.
Observação: Recuperar dados em um HD, desde que o problema não seja na superfície dos seus discos, sempre é possível. No entanto, quanto mais você tentar recuperar os dados em um equipamento
danificado, mais difícil será a recuperação dos dados por um profissional especializado. Se não sentir-se seguro nos procedimentos abaixo, não os execute e encaminhe seu HD à um profissional especializado.

fonte: Club do Hardware - www.clubedohardware.com.br

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